Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
Minha lembrança clínica favorita foi durante o estágio em Pediatria. Fui designada para cuidar de uma menina de quatro anos chamada Angélica, que tinha leucemia. Seu sorriso contagiante e seus cachos me encantaram! Quando chegou a hora da medicação, perguntei se ela estava pronta para sua bebida especial. Ela prontamente disse "não" e se virou. Minha instrutora, Libby Mead, me disse que eu tinha que respeitar a decisão dela. Aprendi rapidamente uma lição valiosa: sempre respeite a decisão do seu paciente, independentemente da idade. Trinta minutos depois, abordei Angélica novamente e, desta vez, dei a ordem sem dar a ela nenhuma opção. Algumas das minhas amizades mais próximas se formaram na faculdade de enfermagem. Os churrascos que fazíamos juntos enquanto estudávamos criaram laços que se tornaram uma parte especial da minha vida.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Comecei minha carreira no Hospital Presbiteriano, na Sala de Recuperação, cuidando de pacientes de cirurgia geral e também de pacientes submetidos a cirurgia cardíaca. Três anos depois, grávida, decidi experimentar a enfermagem escolar. Meu primeiro filho nasceu em maio de 1978. Embora gostasse da enfermagem escolar, decidi tirar alguns anos de licença para aproveitar a infância dos meus dois filhos. Retornei ao Hospital Presbiteriano, na nova Sala de Recuperação Intensiva. Adorava trabalhar com os pacientes de cirurgia cardíaca e os pacientes de trauma. Admiti e cuidei do primeiro paciente transplantado de coração e continuei aprendendo com meus colegas. Em 1990, fui convidada por uma Irmã Canossiana para trabalhar na Casa Angélica, um lar para crianças e jovens adultos com deficiências intelectuais e de desenvolvimento. Fui administradora por 29 anos e me aposentei em 2019.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Apoiar as Irmãs Canossianas no desenvolvimento de um programa centrado na família na Casa Angélica, com planos de tratamento personalizados, concebidos para potencializar os dons únicos de cada indivíduo por meio do desenvolvimento espiritual, educacional e social. A visão era possibilitar que as crianças crescessem em um ambiente amoroso, seguro e acolhedor, um reflexo da família tradicional.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
A enfermagem oferece tantas opções que permitem encontrar algo gratificante. Explore diferentes áreas e descubra a especialidade que alimenta sua alma.
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Reserve sempre um tempo para si!
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
Indo para o Condado de Taos com Nancy Frye para um estágio em Saúde Pública.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Tornei-me enfermeira especializada e tenho tido uma carreira diversificada e bem-sucedida.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Gostei muito de ajudar as pessoas, seja no leito do paciente ou garantindo um atendimento de qualidade, orientando-as e defendendo seus direitos.Trabalhar de forma independente como enfermeiro(a) de prática avançada.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Experimente tudo! Descubra sua paixão e lembre-se de que todos têm uma história!
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
No primeiro semestre do último ano (outono de 1974), fiz parte do primeiro grupo de estudantes de enfermagem a concluir os requisitos de psiquiatria e saúde comunitária em um ambiente rural fora do campus. Fui designada para realizar atendimento aos pacientes da Clínica Centro Campesino de Salud, na área rural do Condado de Taos, em Penasco, Novo México. Foi uma experiência reveladora, desafiadora e até mesmo emocionante, que me permitiu compreender os benefícios dos cuidados de enfermagem para as pessoas em seu dia a dia. Minha colega de quarto, que eu nunca tinha visto antes, tornou-se minha amiga para a vida toda e ambas seguimos caminhos profissionais semelhantes. De muitas maneiras, cursar Enfermagem na UNM foi uma das melhores escolhas que fiz. A cerimônia de formatura dos alunos de ouro foi uma oportunidade real para eu perceber o impacto que a Faculdade de Enfermagem da UNM teve na minha vida e sou muito grata por isso.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Durante dois anos, trabalhei na área de saúde pública rural no Condado de Sandoval, Novo México. A oportunidade de me tornar enfermeira de prática avançada (nurse practitioner) pela Universidade do Novo México (UNM) surgiu em 1977 e eu a aproveitei imediatamente. Desde então, atuo como enfermeira de prática avançada em atendimento ambulatorial para mulheres, tendo trabalhado em diversos contextos, desde clínicas públicas até consultórios particulares e, por fim, no Departamento de Assuntos de Veteranos (VA). Pude prestar atendimento direto a pacientes, gerenciar programas e trabalhar com aplicações de TI em medicina populacional para mulheres.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
A área da enfermagem continuou crescendo e eu pude crescer e mudar junto com ela. É uma forma de ajudar pessoas com necessidades específicas.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Obtenha seu diploma! Obtenha outro! Ajude as pessoas. Defenda a área da enfermagem.
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
Aprendi muito com meus instrutores de enfermagem.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Zona do Canal do Panamá - Hospital Gorgas - Maternidade/Centro de Parto e Ginecologia - UTI Neonatal/Pós-Parto e Ginecologia. Toda semana eu tinha que rodar entre essas áreas e fazer os 3 turnos!
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Ser um defensor do paciente
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Experimente o turno da noite! Ouça o paciente. Siga seus instintos.
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
Minha lembrança favorita foi passar meu último ano da faculdade em Penasco, Novo México, fazendo estágio clínico. Eu e outra aluna morávamos em um pequeno trailer que ficava muito frio no inverno. Trabalhávamos com a equipe da clínica fazendo visitas domiciliares em uma área bem rural. Muitas casas usavam fogões a lenha para aquecimento e para cozinhar. O cuidado com pacientes diabéticos era especialmente desafiador devido às práticas culturais e ao acesso limitado a alimentos. Aprendi a respeitar as tradições culturais enquanto prestava cuidados – foi emocionante, desafiador e uma grande experiência de aprendizado.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Após me formar em 1975, mudei-me para Nova York sem licença ou emprego. Acabei começando no pronto-socorro do Hospital Montefiore, no Bronx. Era exatamente o que eu queria. Aprendi sozinha a fazer eletrocardiogramas e fiquei bastante boa nisso. Cuidei de pacientes com ferimentos de bala. Cheguei a fazer massagem cardíaca aberta em um paciente. Foi uma experiência única. Minha mentora e chefe era Lois Alberigi. Nunca me esquecerei dela. Em 1977, voltei para Albuquerque por dois anos e trabalhei no Hospital Presbiteriano. Em 1979, entrei para a Marinha. Sempre quis servir às Forças Armadas. Meus pais serviram na Força Aérea. Fui designada para Pensacola, na Flórida, onde trabalhei em oncologia e UTI durante uma epidemia de gripe. Conheci meu marido, Brian, e eventualmente deixei a Marinha quando começamos uma família. Depois de uma pausa de 10 anos, voltei para a enfermagem e, mais tarde, obtive um mestrado em administração de enfermagem. Trabalhei como gerente de enfermagem no St. Joseph's e depois como diretora de terapia intensiva no OHSU em Portland durante uma greve de enfermeiros. Em 2003, mudei-me para Reno para gerenciar três unidades no Washoe Medical Center. Em 2005, abri uma loja de vestidos de noiva – um dos meus sonhos – mas ela fechou devido a obras na prefeitura. Retornei à enfermagem como gestora de casos por 7 anos e agora sou voluntária no VA de Reno.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Em primeiro lugar, a oportunidade de sempre continuar aprendendo – desde cedo, desenvolvi habilidades essenciais por conta própria e, mais tarde, fiz cursos formais. Nos 50 anos desde a minha formatura, houve uma explosão de conhecimento. Em segundo lugar, trabalhei como gerente de enfermagem e orientei minha equipe para que alcançassem o seu melhor, qualquer que fosse o objetivo. Minha equipe no Hospital Renown me indicou duas vezes para o prêmio de Líder do Ano. Isso significou muito para mim. Também ganhei o Prêmio de Realização em Enfermagem do Norte de Nevada na categoria Inovação em 2004.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Você tem tantas opções hoje. Se o que você está fazendo hoje não está funcionando, não tenha medo de tentar algo diferente. Não tenha medo de buscar seus sonhos. Aprenda tudo o que puder. Não se limite a fazer – entenda o que você está fazendo e por que está fazendo.
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
A maioria das minhas lembranças gira em torno dos colegas maravilhosos que se apoiavam e incentivavam mutuamente. Minhas lembranças mais queridas são do meu estágio de enfermagem comunitária em Hatch, Novo México, pelo Projeto Porvenir. Cuidávamos de populações migrantes e rurais, literalmente nos campos de pimenta, nas casas e na clínica. Tínhamos que fazer de tudo: administrar medicamentos, fazer exames laboratoriais, preparar radiografias, prestar atendimento de emergência, trabalhar na recepção, etc. Minha paciente domiciliar estava grávida e deu à luz antes de partirmos – ela deu ao bebê o meu nome como nome do meio. Isso foi muito especial.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
De volta à minha cidade natal, Gallup, Novo México, onde pratiquei enfermagem rural e me tornei ativa em associações de enfermagem locais, estaduais e nacionais. Depus perante o Congresso em defesa da continuidade da Lei de Empréstimos para Educação em Enfermagem. Fui membro fundadora do Relay for Life e também membro fundadora dos programas Leadership McKinley e Leadership New Mexico. Fui Diretora Executiva do Conselho Estadual de Enfermagem por seis anos, trabalhei com operadoras de planos de saúde e, posteriormente, prestei consultoria independente em qualidade, atuando como presidente do Conselho de Saúde do Condado de Sandoval, presidente da Sandoval Health Collaborative e, atualmente, como presidente do conselho da Catholic Charities. Embora aposentada, continuo comprometida com o serviço público. A enfermagem me conduziu a funções de liderança e gestão que enriqueceram profundamente minha vida.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Ter a capacidade de influenciar a prestação de cuidados de saúde, as políticas públicas, a educação e, o mais importante para mim, fornecer informações e apoio tanto a pacientes individuais quanto a comunidades que buscam respostas e soluções para seus problemas de saúde e assistência social. Estávamos abordando os Determinantes Sociais da Saúde antes mesmo de o termo existir.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Arrisque-se. Diga o que pensa quando algo estiver errado e esteja pronto para ajudar a resolver o problema. A mudança só acontece quando você transforma palavras em ações. Você olhará para trás e verá a diferença que fez. Sempre em frente!
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
Era um curso difícil, exigia muito estudo, mas tinha um corpo docente excelente. Lembro-me com carinho, em especial, da Dra. Laura Martinez, que acolheu muitos estudantes hispânicos. Ela nos guiava e nos incentivava. Adorei as experiências clínicas e tive colegas incríveis. Nos motivávamos mutuamente. Lembro-me de que as aulas eram nos antigos alojamentos do ROTC, que estavam condenados. Ainda não existia o Campus Norte e nossa biblioteca era um prédio de metal.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Comecei na área de Pediatria no Presbyterian, depois trabalhei como enfermeira escolar no APS e como enfermeira eventual no pronto-socorro. Isso deu início à minha trajetória na área de políticas públicas. Ampliei meu conhecimento em saúde como Diretora de Enfermagem em atendimento domiciliar e, posteriormente, em um plano de saúde, enquanto também trabalhava em campanhas políticas e atuava como defensora de direitos na Assembleia Legislativa. Isso me levou à ANA (Associação Americana de Enfermagem) em Washington, D.C., onde ministrei treinamentos em política para enfermeiros. Retornei ao Novo México como Diretora Executiva da New Mexico Health Resources e, em seguida, inaugurei uma unidade de atendimento primário/de urgência no Presbyterian. Fui nomeada pelo governo Clinton – primeiro como Diretora Regional do HHS (Departamento de Saúde e Serviços Humanos) em Dallas e, posteriormente, como Comissária para Crianças, Jovens e Famílias. De volta ao Novo México, atuei como Secretária de Saúde durante o governo de Bill Richardson. Mais tarde, ajudei a implementar registros eletrônicos de saúde no QIO (Organização de Melhoria da Qualidade) e recebi uma bolsa da RWJF (Fundação Robert Wood Johnson) voltada para inovação em saúde. Com os recursos remanescentes, fundamos a New Mexico Coalition for Healthcare Value (Coalizão do Novo México para Valor em Saúde). Atribuo meu sucesso à base sólida que recebi no meu curso de bacharelado em enfermagem na UNM (Universidade do Novo México). Concluí meu mestrado em Administração Pública/Administração em Saúde na UNM em 1983.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Eu adorava o atendimento direto ao paciente, mas depois de perder três pacientes pediátricos, achei muito difícil. Naquela época, não existia o Código Lavanda e não havia outro lugar no hospital onde eu quisesse trabalhar, por isso me transferi para a saúde escolar. Esse foi um dos meus melhores trabalhos. Mais tarde, adorei minha experiência no governo Clinton, influenciando políticas públicas e conhecendo pessoas incríveis. Foi muito gratificante servir como Secretária de Saúde no meu estado natal, onde minha família viveu por gerações. Eu gosto de mudanças, então meu último trabalho, na área de inovação em saúde, foi estimulante. Adorei tudo.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Você não precisa se esgotar. Há muitas possibilidades com um diploma de enfermagem, mas é preciso estar disposto(a) a correr riscos! Não tenha medo – enfermeiros correm riscos todos os dias!
Qual é sua lembrança favorita de quando você estava na Faculdade de Enfermagem da UNM?
A primeira injeção que apliquei. A agulha literalmente ricocheteou no paciente! Fiquei mortificada, mas agora acho engraçado.
Aonde sua carreira de enfermagem o levou?
Após 4 anos como enfermeira (pronto-socorro e UTI pediátrica), tornei-me enfermeira especializada em pediatria em Denver e exerci essa função por mais 37 anos! Sem arrependimentos.
Qual foi a sua parte favorita da sua carreira de enfermagem?
Ser enfermeira de prática avançada. Ter minha própria carteira de pacientes que me identificaram como sua profissional de saúde.
Que conselho você daria aos futuros enfermeiros?
Você descobrirá sua paixão.
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